segunda-feira, 2 de agosto de 2010

sábado, 31 de julho de 2010

Saudade não tem idade

Estou scaneando umas fotos de família antigas.
Ou um ou outro: ou eram todos bonitos mesmo ou as fotos antigas eram muito bem tiradas e iluminadas.
Meus avós, minhas tias, o charme natural das pessoas, as roupas sempre muito alinhadas.
Agora presto mais atenção em como meus pais eram bonitos!!!!!
Bate uma saudade de tudo que era do "antigamente".
Parecia mais natural e menos frenético como hoje. O tempo parecia não correr, deslizava e as pessoas viviam mais suavemente.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Nada mais moderno

Nada mais moderno que "Separação" o seriado da Globo de sexta-feira.
Um espelho do meu antigo relacionamento.
Impressionante...parece que a Fernanda Young leu um script da minha vida afetiva pregressa.
TENSO......................

Logo monstruoso da copa 2014: Bom palpite de quem entende


30/07/2010 - 07h00

Designer dos EUA descreve logo da Copa 2014 como um pesadelo

Flavia Perin
Em São Paulo
Foram necessárias apenas duas horas e meia para que um designer norte-americano que mora em Nova Jersey e se auto-rotula como “um texano teimoso” e “futboler” criasse uma nova versão do logo da Copa de 2014. Felix Sockwell publicou em seu blog que pretende vir ao Brasil para a Copa do Mundo com seu vizinho Marco, mas que o nosso logo oficial é um pesadelo.

Em tom bem-humorado, o diretor de arte – que acumula experiência em grandes agências de publicidade como DDB, The Richards Group e Ogilvy – mapeou os pontos críticos da marca oficial da Copa de 2014, que tantas polêmicas tem motivado desde que foi lançada. Para ele, a ideia parece “OK”, já a execução é gravemente deficiente e as proporções do troféu não foram corretamente elaboradas.Fã da seleção canarinho e companheiro de bola de brasileiros, Sockwell disse ao UOL Esporte que “o Brasil não respeita os bons designers gráficos”. “Quando os Estados Unidos sediaram a Copa de 1994, contrataram Woody Pirtle, da Pentagram, para criar o design. E adivinhem... Foi excelente. Ainda é o maior registro de vendas numa Copa do Mundo”, destacou.
Sockwell afirma que esteticamente as mãos do desenho não parecem humanas, que mais lembram a forma de sapos. Além disso, ele argumenta que o fato de os dedos estarem grudados pode gerar problemas de impressão em tamanhos menores.
Sobre o “2014” inserido no logo, questiona: “Os números aqui? Por quê? E por que em vermelho?” Ele ressalta que seria melhor empregar apenas duas ou três cores, e não adicionar uma quarta. “O Brasil é verde, azul e amarelo. Tirem o vermelho.”
Concordo com as modificações, de desenho e cores. O que ele fez foi pegar uma marca muito mal desenhada e consertar. Agora, a marca pelo menos tem um aspecto profissional. Mas ele parte da premissa de que a marca vem de uma ideia boa, do que eu discordo por razões que já citei, e por mais esta que li num comentário no blog dele: As mãos devem ter tanta importância no logo de um campeonato de futebol? Não é um esporte para ser jogado com os pés?
Muti Randolph, designer
As graduações de cor (tons entre verde e amarelo no topo da taça) também são desnecessárias, na sua opinião: “Gradientes não produzem bem em uma cor, especialmente sobre pano, couro e superfícies ásperas. É melhor mantê-las [as tonalidades] simples.” Segundo o designer, quanto mais simples, mais se enfatiza o aspecto tridimensional.
Outra falha apontada pelo norte-americano se refere aos símbolos de “Registrada” e “Copyright” (identificados pelas letras R e C), que poderiam ser substituídos apenas por “Trademarked” (TM) em tamanho menor.
“Quando você está projetando uma identidade visual, as pessoas gostam de saber como o desenho funcionaria em aplicações, composições diversas. Eu preferia uma versão que se utilizasse mais das cores e dos elementos da bandeira. A repetição cria força”, concluiu.
Ao UOL Esporte, Sockwell contou ainda que Estados Unidos, Red Bulls e Brasil são os seus times, e que considera Kaká um jogador exemplar. “Ele distribui bem a bola e cria situações. Alguns outros jogadores como Robinho e Luís [Fabiano] são bons individualmente.”
Ávido por conhecer o Rio de Janeiro, o designer crê que a Copa em solo brasileiro será diferente. “Não poderá ser pior do que na África do Sul. Todo mundo sabe que o Brasil ama futebol e vai respeitar os jogos.”



Fonte: UOL